https://wisechoise.website/metfinan/

AMOSTRA DE REPERTÓRIO

ME APAIXONEI POR VOCÊ

Quando os meus olhos te viram,

Meu coração disparou.

Foi como um golpe no peito

Com a mão forte do amor.

 

E agora só penso em você.

Quando de novo vou te ver?

Quero seu telefone,

As unhas passei a roer.

 

Menina,

Que coisa triste,

Será que não vou mais te ver?

Volta aqui, preciso te conhecer.

VEREDA

De andar por tanto lugar

Trago então os pés sujos do chão

De correr esses olhos meus

Por ali, no peito trago, emoção.

De manhã cedo,

Ouvir o cantar da terra

Acolher no peito

A viola e a vontade de amar.

Vem me dar a mão pra ver,

Vem cantar comigo enfim,

Vamos sair por aí a dançar

Me seguir aqui assim,

Nesse caminho azul,

Vamos nadar nesse mar.

Nós que já choramos tanto

Agora é a hora de sorrir

Para além dos muros de amianto

Caminhar nessa vereda a florir.

Saudade Boa

Eu já estou na estrada

Essa toada, o poeirão.

Saudade danada,

De um monte de gente.

Que emoção.

Me toma pela mão

Esse carro de boi.

Me chama atenção

Esse céu tão azul.

E vai mais longe o coração,

Que com gratidão,

Espero chegar

Pra ver a gente da minha terra,

Pra ver a gente, toda em casa

E os abraçar.

Saudade boa…

 

Não é o fim

Quando você lembrar de mim.

Volta aqui.

Tô louco pra te ver.

Tomar nosso café no final de cada tarde.

Olhar o movimento, contar as novidades.

Pois, sem você a vida é sem graça.

Muda pra cá. Aluga a casa da praça.

Deixa pra lá as coisas já passadas.

A gente renova a louça quebrada.

A gente supera o amargo do gosto,

O choro do rosto.

Amo muito você.

Vem pra mim. Volta, enfim.

Nós dois sabemos,

Que não é  fim

Forró Misterioso

Tava tudo no escuro e nóis cendemu a luz

nóis cendemu a luz, nóis cendemu a luz

Tava tudo empoeirado e nóis passemu o pano

nóis passemu o pano, nóis passemu o pano

Tinha nada pra beber e fizemu café

fizemu café, fizemu café

Tinha nada pra cumê e fizemu cuscuz

fizemu cuscuz, fizemu cuscuz

E dispois apareceu um disco vuadô

E nóis só assuntô

nóis só assunto, nóis só assuntô

E no meio daquela luz apareceu um homi

apareceu um homi, apareceu um homi

E ele tinha u’a sanfona e foi puxanu o fole

foi puxanu o fole, foi puxanu o fole

E dizia a todo mundo: “Dance o forró”

Dance o forró, Dance o forró

E naquele forró rasgado

Um fole véi cumia,

O poeirão subia

E a gente na alegria

Da noite do sertão

E foi juntando gente

De toda a vizinhança

Cabelo liso e trança

Véio, jóvi e criança

Com toda empolgação

E foi ficano claro

E o homi que tocava

Que tanto alegrava

Era Luiz Gonzaga

Rei do Baião (ão, ão, ão)

Rei do Baião…

Nota sobre as músicas

As faixas apresentadas neste site são guias (demos) de referência. Foram produzidas para demonstrar a intenção melódica, o arranjo sugerido e a métrica das letras, servindo como base para que intérpretes e produtores desenvolvam suas próprias versões comerciais.

Luciano Alves

Com um olhar que transita entre a profundidade da academia e a sensibilidade da música popular, Luciano Alves, que assina artisticamente como SAL, casado com a Miriam e pai da Luiza, dentre tantas outras coisas, dedica-se à arte de compor letras e melodias que contam histórias.

 

Perfil Artístico e Intelectual:

Ph.D. em Educação, Arte e História da Cultura (Mackenzie). Bacharel e mestre em história (UNIFESP), Bacharel em Teologia (FTBSP), sua bagagem como poeta, historiador e teólogo confere às suas letras uma densidade poética e teológica rara na música contemporânea.

 

Autor publicado de obras como “O retorno de Jonas”, “Vida e fé em poesia” e  “Ecos da graça”, consolidando sua habilidade em transformar sentimentos e espiritualidade em palavras.

 

Criador de um catálogo eclético com mais de 50 obras originais, SAL navega com naturalidade pelo Pop Solar, a MPB, o Forró, o Sertanejo Raiz e a Música Cristã/Gospel.

Suas composições são focadas em oferecer repertório inédito para intérpretes e projetos audiovisuais (YT, TV, Streaming etc.). Seu trabalho é marcado por melodias cativantes e letras que fogem do lugar-comum, unindo o cotidiano urbano à nostalgia do interior.

O catálogo de SAL é apresentado em formato de guias (demos), facilitando a visualização do potencial de cada obra para novos arranjos. O foco do autor é a entrega de composições inéditas prontas para serem vestidas por diferentes vozes e estilos musicais.

“Compor é, antes de tudo, um dom útil para registrar, do modo mais eclético possível, o  visível e invisível. Minhas músicas são isto.” (SAL)